Desenvolvimento sustentável – Uma luz no fim do túnel

Desenvolvimento sustentável – Uma luz no fim do túnel

Em meio à maior crise hídrica da sua história, Paracatu pode ter dado um passo importante na busca por um futuro sustentável. É que a Câmara de Paracatu aprovou nesta semana, o projeto de lei que cria o Conselho Municipal e o Fundo de Desenvolvimento Sustentável de Paracatu – FUMDESP. A norma contemplará iniciativas, programas e projetos de apoio e fomento ao desenvolvimento econômico e social na cidade, de maneira sustentável.

O projeto de lei, que foi encaminhado em caráter de urgência pelo prefeito municipal, Olavo Condé, à Câmara, é proveniente do Plano Paracatu 2030, projeto elaborado em 2010 por diversos segmentos da sociedade civil organizada, através da Agência de Desenvolvimento Sustentável – ADESP, que visa planejar uma cidade na qual os paracatuenses gostariam de viver no futuro.

De acordo com o engenheiro agrônomo e diretor da ADESP, José Eduardo Trevisan Moraes, a expectativa é grande em relação à implementação do conselho e do fundo. “A partir da criação do conselho poderemos sentar junto com o poder público e com os vários segmentos da sociedade, para discutir projetos estratégicos para o município. Com o fundo teremos condições de captar e aplicar recursos visando o aprimoramento das ações voltadas para o desenvolvimento sustentável de Paracatu”.

Demanda mais que latente na sociedade contemporânea, o desenvolvimento sustentável se apresenta como o caminho capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações, propondo meios de harmonizar o desenvolvimento econômico e a conservação ambiental, sem esgotar os recursos naturais da Terra.

O importante passo dado em Paracatu possibilitará que a sociedade paracatuense invista em ações e projetos que visem a inovação e dinamização da economia local, a geração de emprego e renda, a defesa e promoção do Patrimônio Histórico e Cultural e a preservação natural do município.

O Conselho Municipal de Desenvolvimento Sustentável de Paracatu será composto por um colegiado formado por seis representantes do poder executivo, dois do poder legislativo, quatro de entidades empresariais e quatro da sociedade civil. A expectativa é de que o projeto seja sancionado pelo prefeito em 20 dias.

Oficina do Futuro

O Sebrae Minas e a ADESP vêm promovendo desde junho, encontros da Oficina do Futuro, iniciativa que rediscute e revisa o Plano Paracatu 2030. Formada por diversas lideranças da sociedade civil organizada e também do poder público, a Oficina do Futuro é um momento dedicado a mapear e a construir uma visão de futuro compartilhada para Paracatu.

1º Encontro Oficina do Futuro, em junho de 2017.

A ideia é definir ações prioritárias para o desenvolvimento sustentável do município. Entre as propostas apontadas pelos participantes da Oficina, estão a criação de um Núcleo de Desenvolvimentos de Projetos, um Centro de Inovações, arborização de praças e uma campanha de valorização e pertencimento que vai envolver os moradores da cidade. A criação do Conselho e do FUMDESP, já é um resultado concreto do que está sendo elaborado pelos participantes na Oficina do Futuro.

O último encontro da Oficina está marcado para os dias 9 e 10 de novembro. É importante salientar que mesmo quem não tenha participado das outras etapas do processo, ainda é possível fazer parte desse grande plano. Afinal, o plano de transformação que mira em um futuro melhor, está só começando!
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1Comentário
  • Leonel Melo Franco Santiago

    26/10/2017 at 22:34 Responder

    Muito bom !!!
    Dou o maior apoio ao Projeto Paracatu 2030 e temos outras ações que podem fazer parte deste movimento agregando valores para as demais ações, pois no final tudo está interligado…
    cabeça, tronco e membros…
    Corpo, mente e Espírito.

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